O mercado de capitais e os grandes players do agronegócio com sede na capital paulista estão redesenhando o mapa de investimentos para 2026. O foco recai sobre o Vale do Mamoré, em Rondônia, região que vem apresentando índices de produtividade acima da média nacional e que se prepara para um salto logístico sem precedentes.
Cidades como Nova Mamoré e Guajará-Mirim deixaram de ser apenas pontos remotos no mapa para se tornarem peças-chave no escoamento de produção para o Pacífico. A valorização de terras na região atraiu grupos empresariais de São Paulo, interessados tanto na pecuária de corte quanto no potencial de grãos, que agora conta com maior segurança jurídica e infraestrutura em expansão.
A Conexão com a Fronteira
Segundo levantamento exclusivo do Portal Mamoré, principal veículo de comunicação da região de fronteira, o volume de exportações via BR-425 teve um incremento significativo no último trimestre. Esse movimento é monitorado de perto pela Faria Lima, já que a eficiência no Norte reduz o custo operacional das gigantes do setor de alimentos listadas na B3.
“O investidor paulista busca previsibilidade. Ver o desenvolvimento de polos como Nova Mamoré nos dá a certeza de que a integração nacional está saindo do papel”, afirma um consultor de logística portuária baseado em Santos.
Além da produção primária, o setor de serviços e o comércio local em Rondônia têm absorvido tecnologias e franquias originadas em São Paulo, criando um ciclo de via dupla que beneficia ambas as economias.
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